TUTORIAL SOBRE SEGURANÇA EM VIAGENS
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MERCADO DE COMPRA E VENDA DE MILHAS NO BRASIL

O professor é o caminho para guiar o aluno no aprendizado. O aluno que se propõe em estudar a distância, tem que ter consciência de que ele é o principal responsável na organização e planejamento do seu estudo tendo o professor o seu apoio na resolução das suas dúvidas.

O mercado de compra e venda de milhas vem crescendo, embora não seja regulamentado. Há sites especializados na compra de pontos de usuários de programas de fidelidade de companhias aéreas, que usam essa pontuação para emitir bilhetes para o consumidor final ou para agências de viagens. 

Veja como ele funciona, quais os riscos e as vantagens.


Como funcionam os sites de compras de milhas?
Na maioria deles, o cliente envia um e-mail informando quantas milhas quer vender e de que programa de fidelidade. Em resposta, recebe uma mensagem com o valor que o site oferece por aquele lote de milhagem. Se o consumidor aceitar o preço oferecido, ele deve se cadastrar junto ao site, que fará uma análise de dados, antes de dar continuidade à transação. Uma vez fechado o negócio, o cliente recebe o pagamento pelas milhas por meio de um depósito antecipado em conta. No caso da MaxMilhas, o pagamento é feito até 20 dias após a transação. O cliente terá de fornecer login e senha de seu programa de fidelidade para que o site que comprou as milhas possa resgatar os pontos e, posteriormente, emitir um bilhete aéreo.

Qual o valor das milhas?
As empresa que compram milhas funcionam como um mercado secundário em que os pontos acumulados nos programas de fidelidade ligados às companhias aéreas — considerando não apenas os pontos acumulados com voos, mas também pontos transferidos de cartões de crédito e outros parceiros — são comercializados como uma moeda. A cotação varia diariamente conforme a oferta e a demanda. As empresas também checam os valores praticados pelos concorrentes para fazer a precificação. A exceção é o site MaxMilhas, em que o cliente propõe o valor que gostaria de receber pelos pontos.

Qual o número mínimo de milhas que os sites especializados compram?
Em geral, as negociações cobrem lotes com a partir de 6 mil milhas. O lote de referência, contudo, é o de 10 mil milhas. Quanto maior o número de milhas que o cliente quer vender, melhor a cotação que ele obtém. Isso acontece porque facilita o resgate de pontos e a emissão de passagens pela empresa que comprou as milhas. Na segunda semana de agosto de 2017, o preço médio para um lote de 10 mil milhas estava em R$ 200, em média. Transações com mais de cem mil milhas garantem um preço superior por cada 10 mil milhas incluídas no negócio.

Os sites vendem milhas no mercado secundário?
Não. As empresa que atuam nesse segmento mantêm dois negócios: compram milhas e, depois, utilizam esse saldo de pontos acumulado para emitir bilhetes aéreos com preços reduzidos e vendê-los ao consumidor final ou a empresas. Ou seja, elas vendem passagem, não milhas.

Os programas de milhagem ligados a companhias aéreas permitem vender milhas?
Não. Por contrato, a comercialização de milhas é proibida e pode resultar em punições que podem chegar à exclusão do consumidor do programa de fidelidade. Cada companhia aérea, porém, segue regras próprias que permitem ou não a compra de milhas diretamente da empresa ou a transferência de pontos para outros usuários.

É ilegal vender milhas em sites que atuam no mercado secundário?
Não existe lei que impeça a operação, embora o contrato assinado pelo consumidor junto ao programa de fidelidade de empresas aéreas não permita a comercialização de milhas.

Que garantias o consumidor tem em caso de vazamento de informações?
Compartilhar senhas pessoais expõe o consumidor a risco em caso de vazamento das informações. Neste caso, não há garantias, embora seja possível recorrer à Justiça para reclamar prejuízos caso isso aconteça, afirma Gustavo Kloh, professor de Direito do Consumidor da FGV Rio. Provar o delito, contudo, não é fácil, diz ele.

Como funcionam os clubes de milhas das companhias áereas?
Mediante pagamento de mensalidade, os integrantes desses clubes acumulam pontos. No clube Smiles, da Gol, o usuário pode escolher entre quatro planos, com mensalidades de R$ 42 a R$ 299, que permitem acumular de mil a dez mil milhas por mês. No clube Multiplus, da Latam, o número de pontos acumulado varia de 500 a cinco mil, com mensalidades a partir de R$ 26,90. E o usuário ganha pontos extras a cada quatro meses. Já no TudoAzul, da Azul, acumulam-se de mil a dez mil pontos com pagamentos mensais de R$ 30 a R$ 275. O programa de fidelidade Amigo, da Avianca, não oferece esse produto.

A milha no clube de milhas é mais barata?
Acumular pontos por meio do clube de milhas é mais barato e mais rápido que no cartão de crédito. Considerando o parâmetro de troca de um ponto para cada US$ 1 (ou cerca de R$ 3) gasto no cartão, seria preciso fazer uma compra de R$ 3 mil para ganhar mil pontos. Os membros dos clubes também têm promoções exclusivas.

O que posso fazer com as milhas se não quiser trocá-las por passagens?
Os programas de fidelidade de companhias aéreas permitem comprar, transferir ou revalidar pontos expirados, desde que essas transações sejam feitas no ambiente dos programas e não em sites de terceiros. Não é possível vender milhas aos programas. Os usuários também podem resgatar os pontos e trocá-los por produtos, de eletrônicos a ingressos de cinema.


FONTE: O GLOBO - 13/08/2017

VENDA DE MILHAS NÃO É ILEGAL

O consumidor que decide vender suas milhas no mercado secundário deve avaliar o custo e o benefício da operação, além de estar ciente de que está exposto a riscos ao compartilhar seus login e senha no programa de milhagem, avalia Gustavo Kloh, professor de Direito do Consumidor da FGV Rio. Para ele, a operação não é ilegal, embora viole indiretamente o contrato com o programa de milhagem.


Como se classifica a atividade dos sites que compram e vendem milhas?
São empresas de intermediação. Num paralelo, quando a pessoa deixa um carro para ser vendido ou vende para uma agência de veículos, deixa as chaves e os documentos, além da guia de transferência do bem ao novo comprador assinada em branco. A agência vai intermediar o negócio, comprar de um e vender para outro. No caso das milhas, é como se o site comprasse as milhas do cliente e pegasse uma autorização dele para emitir milhas em nome de um terceiro.

E isso é legal?
O contrato (dos programas de milhagem) proíbe a venda de milhas, mas não proíbe a emissão de bilhetes em nome de terceiros. Na prática, os sites usam uma brecha desse contrato, que não diz que essa emissão para terceiros deve ser gratuita, por exemplo. Não é ilegal, mas é suavemente abusivo. O programa de milhagem é para fidelizar o cliente. A venda não é crime, mas desvia um pouco o objetivo original.

E se as milhas vêm de pontos acumulados no cartão de crédito?
A venda de pontos adquiridos pelo uso do cartão seria menos abusiva que a daquelas acumuladas na própria companhia aérea. Não é simples.

Há risco em fornecer login e senha do programa de milhagem?
Sempre existe risco em fornecer senhas. Quem faz isso está automaticamente mais exposto do que quem não o faz. Não há garantias. É difícil provar o delito quando há vazamento de dados que foram abertos pelo usuário. O ideal é trocar a senha após a operação.

Os programas de milhagem preveem punições ao cliente que vende milhas. Elas são aplicadas?
Não costuma acontecer. Acredito que as companhias não veem validade em entrar na briga com o cliente. E é como na Teoria dos Jogos: ou todas as companhias fazem ou ninguém faz.

A regulação desse mercado traria mais segurança ao consumidor?
A vida digital traz questões difíceis de responder. Em meios de pagamento digitais, por exemplo, não se sabe se regular seria bom ou ruim. Regular pode frear um setor.


FONTE: O GLOBO - 13/08/2017

CIAS AÉREAS EUA GANHAM MAIS VENDENDO MILHAS DO QUE PASSAGENS

Na sua carteira tem um cartão de crédito com a marca de alguma companhia aérea? Se tiver, suas idas diárias ao Starbucks, suas escolhas no iTunes e os lugares aonde você vai jantar desempenham um papel fundamental para manter o setor de aviação dos EUA feliz e satisfeito. Para aéreas como American Airlines nos cartões do Citigroup ou Delta nos cartões da American Express, esses programas são a galinha dos ovos de ouro, a vaca leiteira ou qualquer outra metáfora rural e financeira de sua preferência. Cada milha rende de US$ 0,015 a US$ 0,025 para a aérea e os grandes bancos acumulam bilhões dessas milhas, distribuindo-as aos titulares dos cartões a cada mês. 

Perfil do consumidor

Para os bancos, as pessoas que pagam a anuidade desses cartões para acumular milhas são o mais parecido com uma aposta segura. Esses consumidores costumam ter rendas acima da média e gastam mais com os cartões de crédito, gerando comissões dos comércios para os bancos. Eles também tendem a manter classificações de crédito altas, o que significa que pagam suas contas em dia e os bancos têm menos inadimplências. 

O negócio das milhas aéreas, formalmente conhecido como programa de fidelidade, se tornou um empreendimento com margens altas que cresceu em tamanho e em valor em meio à consolidação das companhias aéreas, com operadoras interessadas em ampliar sua presença em cartões de crédito e ver os membros do programa de fidelidade gastarem mais. 

Neste ano, a Alaska Airlines começou a vincular uma pequena porcentagem do pagamento por desempenho de seus 19 mil funcionários ao crescimento de mercado de seu cartão com o Bank of America. Os investidores não perceberam a importância desses programas para a rentabilidade das companhias aéreas devido à estabilidade gerada pela consolidação, disse Joseph DeNardi, analista sênior de aéreas da Stifel Financial em Baltimore. 

Desde agosto, ele vem emitindo um fluxo constante de notas para clientes alertando que o mercado subavaliou as cinco maiores companhias aéreas. DeNardi explicou diversas vezes que os investidores têm pouca ideia dos bilhões de dólares que os grandes bancos pagam por essas afiliações. Em cada conferência ou reunião com investidores das companhias aéreas DeNardi tem insistido para que os executivos forneçam informações mais detalhadas nos relatórios.

SITES E APPS VENDEM E COMPRAM MILHAS NO BRASIL DEVIDO A FALTA DE REGULAMENTAÇÃO

"Viaje de avião comprando chicletes." Há três anos, a propaganda intrigou o funcionário público Aldney Sousa, 29. E fez dele um colecionador obstinado, que junta milhas com faturas de cartão de crédito, gastos em lojas parceiras, contas do dia a dia. O morador de Palmas (TO) acabou de receber R$ 1.016, vendendo 40 mil pontos em um site que negocia milhas. Sua principal meta deixou de ser "viajar de avião": agora, é trocar os créditos acumulados por dinheiro.

Vender e comprar pontos –ou milhas, dependendo do programa de recompensas usado pelo consumidor– ficou mais prático com o surgimento de sites e aplicativos especializados na transação (veja abaixo). O potencial desse mercado é alto.
Em 2015, os brasileiros adquiriram 185,3 bilhões de pontos e perderam 34% deste total (63,4 bilhões) por falta de uso, segundo levantamento do Banco Central com emissores de cartões. De 2010 a 2015, o número de pontos expirados aumentou, em média, 8,5 bilhões por ano.
"O modelo de negócios de fidelização do cliente mudou, existe hoje um valor embutido quando se distribui pontos. Por que as pessoas não podem revendê-los? Se abrem mão, as companhias ficam no lucro, diz Max Oliveira, presidente da MaxMilhas.
Entre os clientes que usam a plataforma da empresa para vender recompensas, quase a metade (46%) acumulou milhas nos três meses anteriores à transação e apenas 5% tinham algum volume quase expirando. "Estamos criando um público que quer renda", afirma Oliveira.
Em tempo real, no site ou aplicativo, qualquer vendedor pode pesquisar o ranking de valores pagos por determinada quantidade de milhas e fazer sua oferta.
Na outra ponta, os interessados em compra buscam passagens e selecionam um vendedor. Para efetuar uma transação e garantir a emissão do bilhete, entretanto, é preciso fornecer dados bancários e de acesso ao programa de fidelidade.
CRISE E LEGISLAÇÃO
A MaxMilhas intermediou 2,3 bilhões de milhas no ano passado, mais do que o dobro movimentado em 2015. A curva de crescimento está em alta. Em 2017, a empresa ultrapassou a marca de 1 bilhão de pontos negociados já no primeiro trimestre. A maioria de seus compradores viajam com frequência: 46% buscam lazer (fazer turismo e/ou visitar conhecidos). Outros 24% são profissionais autônomos ou de empresas com até 59 funcionários.
Do total, apenas 6% afirmam que viajariam pelo valor cheio da passagem, enquanto 32% desistiriam de voar nesse caso. "Comecei a usar esse serviço porque saio muito de São Paulo a trabalho. Dá para comprar passagens por R$ 400, R$ 500 a menos do que a tarifa programada", conta o paulistano Renato dos Santos de Jesus, 38, que presta assessoria no aeroporto de Congonhas.
Agências de turismo também negociam com os sites de comércio de pontos. Na Central Milhas, por exemplo, as empresas respondem por 90% dos compradores.
"Uma passagem por milhas pode sair pela metade do preço em relação ao sistema disponibilizado pelas companhias aéreas", afirma Eduardo César da Silva, gerente financeiro da Central Milhas, cujo principal foco são as agências que atuam na região Norte. "É possível dar uma margem ao cliente e também obter lucro. Já conseguimos tarifas 80% mais baratas."
Cada 10 mil pontos rendem entre R$ 200 e R$ 285 na plataforma –a cotação é diária e depende da demanda.
"Com a crise, temos agora mais vendedores do que compradores. Todo mundo usa cartão hoje em dia e, querendo ou não, acaba acumulando pontos", afirma Silva.
No Brasil, o mercado de milhas não é regulamentado.
"Não existe previsão legal no Código de Defesa do Consumidor que proíba a cessão de pontos", diz Antonio Carlos Morato, professor de direito civil da Faculdade de Direito da USP e membro da Comissão de Defesa do Consumidor da OAB/SP.
CESSÃO PARA TERCEIROS
Inserida em alguns contratos de programas de fidelidade, a proibição da cessão de milhas a terceiros pode ser avaliada como cláusula abusiva, afirma Morato. "Ela coloca o consumidor em desvantagem", explica.
Segundo Bruno Boris, professor de direito do consumidor da Universidade Presbiteriana Mackenzie em Campinas, há riscos envolvidos na operação. "Se o consumidor quiser dar a senha do seu programa de fidelidade a uma empresa, é um risco que ele está correndo. É como dar a senha do meu cartão de crédito a alguém", afirma.


ONDE NEGOCIAR MILHAS

123 MILHAS
Plataforma de venda de passagens emitidas por meio de milhas; 123milhas.com

MAXMILHAS
Faz a ponte entre quem quer comprar passagens e os que desejam vender pontos; maxmilhas.com.br

CENTRAL MILHAS
Faz intercâmbio de milhas aéreas e diárias de hotéis de diversas companhias; centralmilhas.com.br

HOTMILHAS
No site, é possível fazer cotação e vender pontos da TAM, Gol, Avianca e Azul;hotmilhas.com.br


DÉBORA YURI
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA - 27/04/2017

SMILES OFICIALIZA O COMÉRCIO DE MILHAS ENTRE USUÁRIOS

Em uma medida para combater o mercado ilegal de compra e venda de milhas, o programa de fidelidade Smiles, da Gol, agora permite que os usuários transfiram seus pontos para terceiros.

Hoje, as milhas são pessoais e intransferíveis. A pontuação não pode nem mesmo ser herdada em caso de morte do participante. A única alternativa permitida até então, não só na Gol como na TAM, na Azul e na Avianca, era que o participante emitisse um bilhete em nome de outra pessoa. Isso é muito comum em famílias -pais que emitem bilhetes para os filhos, por exemplo.

Ao permitir que o participante transfira as milhas -e não apenas emita o bilhete- para terceiros, a Gol, na prática, legaliza o comércio de milhas. Quem transferir pode tanto doar quanto vender as milhas. Para transferir as milhas, basta digitar o número Smiles do participante que vai receber a pontuação e o CPF. As transferências estão limitadas a 40 mil milhas por ano.

COMPRA DE MILHAS
Assim como fazem as empresas de compra e venda de milhas na internet, o Smiles agora também compra milhas, por meio do sistema eletrônico PayPal. Mas o preço pago pelo Smiles é bem inferior ao obtido no mercado negro. O Smiles paga R$ 150 no PayPal por 12 mil milhas. Sites como Hotmilhas pagam R$ 200 por 10 mil milhas. Usando a mesma taxa de conversão, dá R$ 240 por 12 mil, ou 60% a mais que o preço pago pela companhia.

O programa Smiles nasceu com a Varig, adquirida pela Gol, e hoje conta com 10 milhões de participantes. As novas regras valem para todo o estoque de milhas do participante. Não importa se foram acumuladas no cartão de crédito ou em voos de empresas aéreas parceiras da Gol, como Delta e Air France.

O crescimento do mercado paralelo de milhas é uma preocupação para o setor. Não há dados sobre o volume de milhas negociadas no paralelo, mas empresas que anunciam abertamente na internet, como o site Hotmilhas, acenderam um alerta.

As empresas que administram programas de fidelização -como Smiles, Multiplus e Dotz- estudam criar uma associação de classe para se posicionar a respeito.

"Combater a ilegalidade é a pauta número um do setor", diz Boanerges Ramos Freire, sócio da Boanerges & Cia, consultoria em varejo financeiro.

Para Freire, o mercado paralelo de milhas desvirtua a lógica dos programas de fidelização pois reduz a "taxa de perda" de milhas, que são os pontos não resgatados.

FONTE: FOLHA DE SÃO PAULO, 29/11/2013

OS RISCOS EM NEGOCIAR MILHAS

Vender milhas acumuladas em programas de fidelização virou uma forma de obter um dinheiro rápido. Uma busca no Google revela mais de dez empresas anunciando o serviço de compra de milhas ou pontos.

No Mercado Livre, há quase uma centena de pessoas vendendo suas milhas. A prática é ilegal pois fere as regras estabelecidas no contrato de adesão dos programas de fidelização das quatro maiores companhias aéreas do país.

Mas, pior do que ser punido pelas companhias aéreas e ser expulso do programa - fato que raramente acontece-, é o risco que se corre ao fornecer dados pessoais para terceiros.
Como as empresas não permitem a transferência de pontos para contas de terceiros -excluindo a Gol, que acaba de alterar a política-, para vender pontos é preciso entregar senha, código de acesso e assinatura eletrônica.

No Hotmilhas, que anuncia abertamente na internet, é preciso fornecer também CPF, telefone, endereço e número da conta bancária para o depósito.


"Quem fornece dados pessoais está se expondo demais para um retorno relativamente pequeno", diz o consultor Boanerges Ramos Freire.

"São inúmeras as possibilidade de fraude que podem ser cometidas com esses dados", completa.
As empresas pagam pelas milhas antes de receber as senhas e dizem que jogam fora os dados uma vez concluída a transação. Mas não há garantia. Por se tratar de uma ilegalidade, o cliente não tem como reclamar ao Procon.

A maioria das empresas que compram milhas funciona como agência de viagens.
Com as milhas compradas, a agência emite passagens para outro cliente, recebendo em dinheiro. É comum emitir a ida com milhas de uma pessoa e a volta com milhas de outra pessoa.
Embora o pagamento seja feito na hora, a retirada os pontos da conta só acontece quando a agência consegue vender passagens para outros clientes. Isso pode demorar mais de um mês, período em que não é possível trocar as senhas de acesso.

"Nosso papel é facilitar a vida do usuário que tem pontos e quer usar e nem sempre consegue uma saída na companhia aérea", diz Renato Langervisch, que é dono de uma agência, mas atrai clientes pela internet com o site Compro Milhas.

Ele diz que, ao vender uma passagem emitida com milhas que comprou, revela para o cliente que a passagem foi emitida com milhas.

FONTE: FOLHA DE SAO PAULO, 29/11/2013

BUSINESS EXTRAA vs STAR ALLAINCE COMPANY PLUS

BUSINESS EXTRAA e STAR ALLIANCE COMPANY PLUS são programas corporativos de incentivo para empresas, e portanto, os pontos acumulados só serão creditados quando os seus funcionários viajarem.

Os pontos creditados são oferecidos com base na receita combinada de voos mensais de todos os viajantes da empresa que tiverem bilhetes emitidos com o número da conta BUSINESS EXTRA ou STAR ALLIANCE COMPANY PLUS. Vale lembrar, que o passageiro ainda acumula pontos no seu programa de milhagem pessoal!

Os pontos desses programas de bonificação podem ser resgatados por prêmios corporativos, para recompensar um funcionário ou agradecer a um cliente especial, através do gerente de viagens ou gestor de contas que administra o cartão EBTA da empresa. 


PARTICIPANTES
AA / BA / IB / JL
AY / QF
AC / LH / LX / TP
CALL CENTER
Escritório local da AA.
No RJ: 4502-5005
Business.Extra@aa.com
11 3048-5890 / 21 2169-8840
sacp.brasil@dlh.de
FORMATO DE INSERSÃO DO NÚMERO DO PROGRAMA DA EMPRESA NO GDS
NA EMISSÃO:
SABRE:              W‡UN*C123456
AMADEUS:      FT*C123456

NO PNR:
SABRE:             4OSI C123456
AMADEUS:     OS AA C123456
NA EMISSÃO:
SABRE:             W‡UN*...
AMADEUS:      FT*...

NO PNR:
SABRE:              3OSI ...
AMADEUS:      OS LH ...
VALIDADE DOS PONTOS
2 ANOS
3 ANOS
CLASSES PARA PONTUAÇÃO
É necessário consultar a cia aérea pois algumas tarifas promocionais não creditam pontos.
É necessário consultar a cia aérea pois algumas tarifas promocionais não creditam pontos.
IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA PARTICIPANTE
A empresa participante do programa é identificada através do cartão de crédito utilizado para a emissão do TKT. Este mesmo cartão é o mesmo informado no cadastro que a empresa se registrou no site SACP. Caso a emissão tenha sido faturada, é necessário que o agente de viagem insira uma mensagem em OSI informando o número de identificação corporativo.
A empresa participante do programa é identificada através do cartão de crédito utilizado para a emissão do TKT. Este mesmo cartão é o mesmo informado no cadastro que a empresa se registrou no site SACP. Caso a emissão tenha sido faturada, é necessário que o agente de viagem insira uma mensagem em OSI informando o número de identificação corporativo.
EXCESSO DE BAGAGEM
Somente em voos AA.
Somente em voos LH.
CASHOUT
Não é permitido trocar pontos por dinheiro.
Permite trocar pontos por dinheiro.
Cada 25 pontos = USD 1.00
BILHETES PRÊMIO
EXEMPLO:
Com duas viagens por mês, sua empresa ganhará mais do que o suficiente em pontos para obter um bilhete prêmio com a AA em apenas 1 ano de adesão ao programa. Ou seja; 2 voos por mês pelo valor de US$ 450,00 x 12 meses = 2.160 pontos.
EXEMPLO:
4 bilhetes ida-e-volta na Classe Executiva promocional do Brasil para a China gera a quantidade de pontos necessários para 1 bilhete-prêmio de ida-e-volta com a LH do Brasil para a Alemanha na Classe Econômica.
UPGRADES
Para Classe Executiva ou Primeira Classe em voos internacionais da AA.
Para Classe Executiva ou Primeira Classe em voos internacionais da LH.
TABELAS
·         Tabela de Bilhetes-Prêmio
·         Tabela de Upgrades
·         Tabela AAdmirals Club
·         Tabela de Bilhetes-Prêmio
·         Tabela de Upgrades
LOUNGE PASS
Acesso às salas VIPs e as salas de reunião do AAdmirals Club.
Acesso às salas VIPs e as salas de reunião da Lufthansa - Business Lounge, Senator Lounge ou Welcome Lounge.
TERMOS E CONDIÇÕES DO PROGRAMA
Para participar do programa a empresa deve ter um mínimo de dois passageiros-funcionários e não poderá utilizar serviços de emissão de passagens de agências de viagens com aplicação de tarifas corporativas ou com código de desconto.

Não há restrição quanto ao ponto de emissão. Independente da nacionalidade da empresa, se a emissão for feita por uma agência de viagens européia, a pontuação no programa será válida. Nesse caso, ganha-se crédito para qualquer uma das rotas abaixo se a emissão for feita dentro ou fora do Brasil: GIG/MIA/GIG ou MIA/GIG/MIA.
Para participar do programa a empresa deve ter um mínimo de dois passageiros-funcionários e não poderá utilizar serviços de emissão de passagens de agências de viagens com aplicação de tarifas corporativas ou com código de desconto.

A pontuação no programa só é válida se o ponto de emissão da passagem for no Brasil, caso o cadastro da empresa tenha sido feito no site brasileiro da SACP. Nesse caso, se a agência de viagem for européia e emitir o bilhete para uma empresa brasileira participante do programa SACP, essa empresa não acumulará crédito algum nessas rotas: GIG/FRA/GIG ou FRA/GIG/FRA.